Viagem: Ilhéus | Bahia - Brasil
Ilhéus, conhecida como "Terra da Gabriela" e "Princesinha do Sul", reflete uma enorme importância como referência da costa do cacau, no sul da Bahia. A capital da costa do cacau, de tanta memória, cultura e beleza, exerce uma autêntica atração irresistível sobre os visitantes. Ilhéus, cenário que inspirou a criatividade do escritor Jorge Amado, fascina e envolve a todos.
Ao longo da orla central, os inúmeros ilhéus fluviais e marítimos justificam o nome da cidade. A baía é ótima para a prática de esportes náuticos, como windsurfe, laser, hobby-cat e caiaques. Rios, lagoas e cachoeiras permeiam a Mata Atlântica preservada, habitat de espécies raras como o mico-leão-dourado, tornando ainda mais bela essa cidade marcada pelos anos áureos da cultura do cacau.
Ilhéus prosperou a partir do século XIX com a exploração do Cacau e os coronéis a patrocinarem o desenvolvimento e europeização da cidade. É a cidade capital da Costa do Cacau, com o aeroporto principal da região, é a hoje a porta de entrada para destinos onde prolifera o eco-turismo, tais como: Itararé, Serra Grande, Olivença e Comandatuba.
Possui muitos casarões e igrejas que foram financiados pelos antigos coronéis que mandavam e desmandavam na cidade e estão intactos até hoje. No local também há praias selvagens, ótimos doces, o famoso suco de cacau e a água medicinal cor-de-chocolate.
Principais pontos onde pode ser conhecida um pouco da cultura e história de Ilhéus
Museu Nossa Senhora da Piedade
Funciona em duas salas do antigo Palácio Episcopal, que foi doado às Irmãs Ursulinas. O acervo do museu é composto de mobiliário antigo, louças, castiçais, crucifixos, diversos paramentos romanos usados por padres na celebração das missas, quadros e objetos diversos e de uso pessoal de Madre Thaís, a fundadora do Instituto no Alto do Teresópolis.
Museu Regional do Cacau
Fundado em 1982 para preservar e divulgar tudo que está ligado à cultura do cacau. Tem como acervo documentos, fotografias, objetos pessoais e obras de artista regionais. Permite uma visão detalhada da cultura do cacau, do seu surgimento até o seu completo desenvolvimento. Funciona nas dependências do extinto Instituto de Cacau da Bahia.
Casa dos Artistas
Nela existem exposições permanentes, onde estão expostos quadros, são realizados vernisages, saraus literários, lançamentos de livros, peças de teatro, etc. É composta de um salão para espetáculos, salas de exposição e um mezzanino. A Casa também promove cursos de música, teatro, maquiagem teatral, etc.
Teatro Municipal de Ilhéus
Magnífico prédio inaugurado em 1932 como Cine Theatro Ilhéos, onde se apresentaram artistas famosos do Brasil e do Exterior. Passou muito tempo abandonado, quando em 1986 foi reinaugurado pelo prefeito da época. É considerado um dos melhores teatros do norte e nordeste, um privilégio para a população local.
Casa Jorge Amado
Foi construída na década de 20, e inaugurada em 1929. Foi o local onde Jorge Amado passou parte de sua vida, e escreveu o seu primeiro romance "O País do Carnaval". Hoje funciona a Fundação Cultural de Ilhéus e Casa de Jorge Amado, com vídeos sobre a vida e obra do escritor, seus livros e painéis falando de sua obra.
Vesúvio
Tem fama equivalente aos mais notórios bares de intelectuais do mundo. Reduto de Gabriela e Nacib, personagens do romance Gabriela, Cravo e Canela, nele se reuniam os coronéis do cacau. Desde sua criação, o Vesúvio passou por vários proprietários, conservando o mesmo estilo arquitetônico.
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outubro 28, 2007
outubro 17, 2007
Viagem: Fortaleza | Ceará - Brasil
Viagem: Fortaleza | Ceará - Brasil
Fortaleza é o destino ideal para quem deseja conhecer uma das mais belas capitais do país. Metrópole moderna, de mar verde-azulado, das belas praias, do vento suave e do povo alegre e hospitaleiro conta com lindíssimos hotéis de luxo, simpáticos e agradáveis bares, restaurantes magníficos, um comercio artesanal muito diversificado, e mais de 25 km de belas praias, algumas com dunas de até 10 metros de altura, de areia branca, com enseadas de coqueiros e charmosas jangadas, a "Terra do Sol", como foi apelidada, é um belo destino pra quem procura descanso, diversão e muita beleza natural.
Dizem que Fortaleza tem 300 dias de sol por ano. Esta bela capital tem o malabarismo das mãos das rendeiras e seu balé dos bilros, as areias coloridas, curiosamente trazidas da praia de Morro Branco. E tem carne-seca, lagosta servida na própria carcaça, cajuína, e esquibunda para se divertir.
Na Avenida Beira-mar, quiosques e barracas oferecem opções para quem quiser uma bebida gelada ou provar os frutos do mar da região. Na feira de artesanato, inúmeras barracas oferecem desde trabalhos em renda e couro até bijuterias e comidas típicas. Das praias urbanas de Fortaleza, a do Futuro é uma das mais freqüentadas com a peculiaridade de oferecer serviços nas barracas ao longo da orla, cada uma com seu estilo musical e decoração própria.
O Centro de Turismo do Ceará possui 104 lojas que garantem a oferta de peças de artesanato, opção também oferecida pelo Mercado Central, no coração da cidade, com cerca de 300 lojas. Estacionamento e lanchonetes estão disponíveis nesses locais, que funciona todos os dias. Outra boa dica é uma visita ao Centro de Artesanato do Ceará (CEART), onde são encontrados artesãos de todo o Estado trabalhando, ao vivo, na produção do legítimo artesanato cearense.
Funcionando como importante espaço de programação cultural, o Centro do Dragão do Mar de Arte e Cultura abriga o Memorial da Cultura Cearense, o Museu da Arte Contemporânea e o Planetário Rubens de Azevedo, além de cinemas e teatros. Afora tudo isso, um complexo de antigos galpões e armazéns foi recuperado para o funcionamento de bares e restaurantes ao largo do Centro com infinitas opções de gastronomia e shows musicais durante a noite.
A renda permanece como produto tradicional do artesanato cearense. As raízes da produção artesanal são ligadas aos indígenas do período pré-colombiano, antes da chegada dos colonizadores. Os principais materiais são a palha e a argila. Porém, outros tipos de artesanato merecem destaque: renda de bilro e filé, madeira, bordados, labirintos e outros tipos de materiais como areia colorida e madeira.
Fortaleza tem uma cultura muito variada e bela: pode-se visitar a Praça e o Teatro José de Alencar (considerado o prédio mais bonito da cidade), a Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, que originou o nome da cidade e a Catedral Metropolitana com seu estilo neo-gótico.
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Fortaleza é o destino ideal para quem deseja conhecer uma das mais belas capitais do país. Metrópole moderna, de mar verde-azulado, das belas praias, do vento suave e do povo alegre e hospitaleiro conta com lindíssimos hotéis de luxo, simpáticos e agradáveis bares, restaurantes magníficos, um comercio artesanal muito diversificado, e mais de 25 km de belas praias, algumas com dunas de até 10 metros de altura, de areia branca, com enseadas de coqueiros e charmosas jangadas, a "Terra do Sol", como foi apelidada, é um belo destino pra quem procura descanso, diversão e muita beleza natural.
Dizem que Fortaleza tem 300 dias de sol por ano. Esta bela capital tem o malabarismo das mãos das rendeiras e seu balé dos bilros, as areias coloridas, curiosamente trazidas da praia de Morro Branco. E tem carne-seca, lagosta servida na própria carcaça, cajuína, e esquibunda para se divertir.
Na Avenida Beira-mar, quiosques e barracas oferecem opções para quem quiser uma bebida gelada ou provar os frutos do mar da região. Na feira de artesanato, inúmeras barracas oferecem desde trabalhos em renda e couro até bijuterias e comidas típicas. Das praias urbanas de Fortaleza, a do Futuro é uma das mais freqüentadas com a peculiaridade de oferecer serviços nas barracas ao longo da orla, cada uma com seu estilo musical e decoração própria.
O Centro de Turismo do Ceará possui 104 lojas que garantem a oferta de peças de artesanato, opção também oferecida pelo Mercado Central, no coração da cidade, com cerca de 300 lojas. Estacionamento e lanchonetes estão disponíveis nesses locais, que funciona todos os dias. Outra boa dica é uma visita ao Centro de Artesanato do Ceará (CEART), onde são encontrados artesãos de todo o Estado trabalhando, ao vivo, na produção do legítimo artesanato cearense.
Funcionando como importante espaço de programação cultural, o Centro do Dragão do Mar de Arte e Cultura abriga o Memorial da Cultura Cearense, o Museu da Arte Contemporânea e o Planetário Rubens de Azevedo, além de cinemas e teatros. Afora tudo isso, um complexo de antigos galpões e armazéns foi recuperado para o funcionamento de bares e restaurantes ao largo do Centro com infinitas opções de gastronomia e shows musicais durante a noite.
A renda permanece como produto tradicional do artesanato cearense. As raízes da produção artesanal são ligadas aos indígenas do período pré-colombiano, antes da chegada dos colonizadores. Os principais materiais são a palha e a argila. Porém, outros tipos de artesanato merecem destaque: renda de bilro e filé, madeira, bordados, labirintos e outros tipos de materiais como areia colorida e madeira.
Fortaleza tem uma cultura muito variada e bela: pode-se visitar a Praça e o Teatro José de Alencar (considerado o prédio mais bonito da cidade), a Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, que originou o nome da cidade e a Catedral Metropolitana com seu estilo neo-gótico.
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outubro 05, 2007
Viagem: Florianópolis (Floripa) | Santa Catarina - Brasil
Viagem: Florianópolis (Floripa) | Santa Catarina - Brasil
Situada na ilha de Santa Catarina, Florianópolis, a capital do Estado, é uma das mais belas cidades do país. Com relevo privilegiado, praias, magníficas lagoas e uma boa infra-estrutura, a cidade oferece uma alta qualidade de vida. Hoje, capital turística do Mercosul, atrai milhares de turistas durante o ano todo, principalmente durante o verão, tornando-se a 2ª cidade brasileira mais visitada por turistas estrangeiros.
Difícil é escolher a praia mais bonita, a lagoa mais romântica, o lugar mais charmoso. O encanto e a magia dessa ilha cativam a todos que a visitam. Florianópolis dispõe de excelente infra-estrutura: ótimas faculdades, shopping centers, hotéis, restaurantes e vida noturna intensa. É a capital com a melhor qualidade de vida do Brasil.
Colonizada por açorianos, é marcante a arquitetura de suas casas do período colonial. Seu povo, extremamente acolhedor, possui um sotaque bastante peculiar. São conhecidos como "manézinhos da ilha" as pessoas que nascem em Floripa.
A cidade é muito conhecida pelas mais de 100 belas praias, onde todo tipo de esporte pode ser praticado: surf, remo, vela, sand-board, jet ski, mergulho, windsurf. Passeios de escuna são feitos para inúmeras ilhas, onde podem ser encontradas fortalezas construídas pelos portugueses no século XVIII.
A predominância do açoriano sobre os demais elementos componentes da formação cultural de Florianópolis, como de resto em todo o litoral de Santa Catarina, determinou a acentuada influência açoriana nas manifestações folclóricas da Ilha de Santa Catarina. Excluídas as danças, cantigas e brincadeiras trazidas pelos imigrantes vindos de Açores, verificam-se tênues traços de influência espanhola, muito raros, em virtude do restrito período de tempo sob a ocupação castelhana.
O Centro Integrado de Cultura (CIC) foi construído para abrigar, harmoniosamente, as diversas formas de manifestação da cultura artística em Florianópolis. Amplos espaços abertos e volumes arquitetônicos de arrojada concepção, perfazendo 9.993 m2 sobressaem na paisagem da Ilha de Santa Catarina.
O artesanato catarinense se expressa através da produção de cestarias, balaios, trançados de fibras naturais, esculturas e entalhes em madeira, lã de ovelha, vidro em fogo e na fabricação artesanal de alimentos e licores. Em Florianópolis a cerâmica e a renda de bilro são as formas de artesanato mais divulgadas. A Renda de Bilro é a maior expressão do artesanato local. Na Lagoa da Conceição, na Avenida das Rendeiras, pode-se curtir estas artesãs trabalhando.
As cerâmicas produzidas na Grande Florianópolis utilizam um sistema de fabricação idêntico ao usado nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, onde a modelagem é executada no torno do oleiro, que com uma habilidade incrível faz com que de suas mãos surjam os mais belos objetos de barro.
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Situada na ilha de Santa Catarina, Florianópolis, a capital do Estado, é uma das mais belas cidades do país. Com relevo privilegiado, praias, magníficas lagoas e uma boa infra-estrutura, a cidade oferece uma alta qualidade de vida. Hoje, capital turística do Mercosul, atrai milhares de turistas durante o ano todo, principalmente durante o verão, tornando-se a 2ª cidade brasileira mais visitada por turistas estrangeiros.
Difícil é escolher a praia mais bonita, a lagoa mais romântica, o lugar mais charmoso. O encanto e a magia dessa ilha cativam a todos que a visitam. Florianópolis dispõe de excelente infra-estrutura: ótimas faculdades, shopping centers, hotéis, restaurantes e vida noturna intensa. É a capital com a melhor qualidade de vida do Brasil.
Colonizada por açorianos, é marcante a arquitetura de suas casas do período colonial. Seu povo, extremamente acolhedor, possui um sotaque bastante peculiar. São conhecidos como "manézinhos da ilha" as pessoas que nascem em Floripa.
A cidade é muito conhecida pelas mais de 100 belas praias, onde todo tipo de esporte pode ser praticado: surf, remo, vela, sand-board, jet ski, mergulho, windsurf. Passeios de escuna são feitos para inúmeras ilhas, onde podem ser encontradas fortalezas construídas pelos portugueses no século XVIII.
A predominância do açoriano sobre os demais elementos componentes da formação cultural de Florianópolis, como de resto em todo o litoral de Santa Catarina, determinou a acentuada influência açoriana nas manifestações folclóricas da Ilha de Santa Catarina. Excluídas as danças, cantigas e brincadeiras trazidas pelos imigrantes vindos de Açores, verificam-se tênues traços de influência espanhola, muito raros, em virtude do restrito período de tempo sob a ocupação castelhana.
O Centro Integrado de Cultura (CIC) foi construído para abrigar, harmoniosamente, as diversas formas de manifestação da cultura artística em Florianópolis. Amplos espaços abertos e volumes arquitetônicos de arrojada concepção, perfazendo 9.993 m2 sobressaem na paisagem da Ilha de Santa Catarina.
O artesanato catarinense se expressa através da produção de cestarias, balaios, trançados de fibras naturais, esculturas e entalhes em madeira, lã de ovelha, vidro em fogo e na fabricação artesanal de alimentos e licores. Em Florianópolis a cerâmica e a renda de bilro são as formas de artesanato mais divulgadas. A Renda de Bilro é a maior expressão do artesanato local. Na Lagoa da Conceição, na Avenida das Rendeiras, pode-se curtir estas artesãs trabalhando.
As cerâmicas produzidas na Grande Florianópolis utilizam um sistema de fabricação idêntico ao usado nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, onde a modelagem é executada no torno do oleiro, que com uma habilidade incrível faz com que de suas mãos surjam os mais belos objetos de barro.
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setembro 26, 2007
Viagem: Fernando de Noronha | Pernambuco - Brasil
Viagem: Fernando de Noronha | Pernambuco - Brasil
O Arquipélago de Fernando de Noronha, com seu rico ecossistema e uma beleza natural estonteante, sempre despertou a atenção de povos de todas as partes do planeta, interessados em conhecer de perto esse verdadeiro oásis, que parece perdido em meio à imensidão azul.
Localizado a 545 km de Recife, capital do Estado de Pernambuco, do qual faz parte, 360 km de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e 710 km de Fortaleza, capital do Ceará. São 21 ilhas, rochedos e ilhotas com um total de 17 quilômetros quadrados à 545 km da costa, onde vive uma população de apenas 2.100 habitantes e o turismo é desenvolvido de forma sustentável, criando a oportunidade do encontro equilibrado do homem com a natureza em um dos santuários ecológicos mais importantes do mundo.
Além das praias, baías e natureza riquíssima, Noronha também reserva outras surpresas para os turistas. São 500 anos de história, que tornam o Arquipélago, além de um Patrimônio Natural, um verdadeiro Patrimônio Histórico que merece ser visitado e, sobretudo, preservado.
Vila dos Remédios
Os relatos desse tempo falam de "armazéns", "casas de moradia", "entrepostos de mercadorias", "curral", "hortas", uma pequena "Congregação Reformada Calvinista" entre outras evidências construtivas para uma ocupação tão longa. Além dos "Jardins Elizabeth", onde culturas eram experimentadas, sobretudo o anil. E o espaço dessa "Vila" holandesa foi justamente onde se fez a Vila dos remédios, no século seguinte, após a definitiva ocupação por Portugal, através da Capitania de Pernambuco.
Casa grande do Sueste
No caminho velho do Sueste fica essa edificação, que é, provavelmente, a mais antiga casa construída na ilha. Servia como residência de veraneio dos comandantes do presídio e abrigou, em dois momentos, o hospital de beribéricos, pelo clima no seu entorno e a grande quantidade de frutas cítricas existentes nas proximidades. Próximo a ela está a Barragem da Pedreira, resultante da dinamitação do morro Boa Vista, para a obtenção de pedras para a construção do molhe no porto.
Frigorífico Velho
No caminho da Praia de Atalaia está esta grande construção, do tempo da presença americana na II Guerra Mundial. Hoje sem uso, é um edifício de grandes proporções, possível de ser incluído no processo de requalificação de prédios.
Hotel de Trânsito da Aeronáutica
Uma edificação de grande porte, localizada no morro de Sto. Antônio, teve três diferentes períodos de construção e usos diversos.
Ali existiu a Estação Meteorológica da Marinha, ainda de pé em 1934, quando foi retratada por Percy Lau. Sob suas ruínas ergueu-se a casa do Governador militar do Exército, na década de 60. Mais tarde, foi demolida para dar lugar à edificação atual, também residência governamental até a reintegração do Arquipélago a Pernambuco, quando a área foi doada para o Ministério da Aeronáutica, servindo como Hotel de Trânsito para autoridades em visita a Fernando de Noronha. Capela de São Pedro dos Pescadores Pequena capela localizada na parte alta da região da Air France, não possui culto regular, somente sendo utilizada por ocasião da Festa de São Pedro, quando daí parte a "Buscada Marítima" em louvor ao patrono dos pescadores. A área é um excelente mirante.
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O Arquipélago de Fernando de Noronha, com seu rico ecossistema e uma beleza natural estonteante, sempre despertou a atenção de povos de todas as partes do planeta, interessados em conhecer de perto esse verdadeiro oásis, que parece perdido em meio à imensidão azul.
Localizado a 545 km de Recife, capital do Estado de Pernambuco, do qual faz parte, 360 km de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e 710 km de Fortaleza, capital do Ceará. São 21 ilhas, rochedos e ilhotas com um total de 17 quilômetros quadrados à 545 km da costa, onde vive uma população de apenas 2.100 habitantes e o turismo é desenvolvido de forma sustentável, criando a oportunidade do encontro equilibrado do homem com a natureza em um dos santuários ecológicos mais importantes do mundo.
Além das praias, baías e natureza riquíssima, Noronha também reserva outras surpresas para os turistas. São 500 anos de história, que tornam o Arquipélago, além de um Patrimônio Natural, um verdadeiro Patrimônio Histórico que merece ser visitado e, sobretudo, preservado.
Vila dos Remédios
Os relatos desse tempo falam de "armazéns", "casas de moradia", "entrepostos de mercadorias", "curral", "hortas", uma pequena "Congregação Reformada Calvinista" entre outras evidências construtivas para uma ocupação tão longa. Além dos "Jardins Elizabeth", onde culturas eram experimentadas, sobretudo o anil. E o espaço dessa "Vila" holandesa foi justamente onde se fez a Vila dos remédios, no século seguinte, após a definitiva ocupação por Portugal, através da Capitania de Pernambuco.
Casa grande do Sueste
No caminho velho do Sueste fica essa edificação, que é, provavelmente, a mais antiga casa construída na ilha. Servia como residência de veraneio dos comandantes do presídio e abrigou, em dois momentos, o hospital de beribéricos, pelo clima no seu entorno e a grande quantidade de frutas cítricas existentes nas proximidades. Próximo a ela está a Barragem da Pedreira, resultante da dinamitação do morro Boa Vista, para a obtenção de pedras para a construção do molhe no porto.
Frigorífico Velho
No caminho da Praia de Atalaia está esta grande construção, do tempo da presença americana na II Guerra Mundial. Hoje sem uso, é um edifício de grandes proporções, possível de ser incluído no processo de requalificação de prédios.
Hotel de Trânsito da Aeronáutica
Uma edificação de grande porte, localizada no morro de Sto. Antônio, teve três diferentes períodos de construção e usos diversos.
Ali existiu a Estação Meteorológica da Marinha, ainda de pé em 1934, quando foi retratada por Percy Lau. Sob suas ruínas ergueu-se a casa do Governador militar do Exército, na década de 60. Mais tarde, foi demolida para dar lugar à edificação atual, também residência governamental até a reintegração do Arquipélago a Pernambuco, quando a área foi doada para o Ministério da Aeronáutica, servindo como Hotel de Trânsito para autoridades em visita a Fernando de Noronha. Capela de São Pedro dos Pescadores Pequena capela localizada na parte alta da região da Air France, não possui culto regular, somente sendo utilizada por ocasião da Festa de São Pedro, quando daí parte a "Buscada Marítima" em louvor ao patrono dos pescadores. A área é um excelente mirante.
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setembro 19, 2007
Viagem: Búzios | Rio de Janeiro - Brasil
Viagem: Búzios | Rio de Janeiro - Brasil
Búzios é uma península que fica a 180Km ao Norte de Rio de Janeiro (Brasil). Tem a forma geográfica de uma mão aberta e possui 23 praias de todos os tipos. Não importa o vento: sempre tem uma praia especial para esse dia. Búzios é ideal para as ferias.
Oferece aos seus visitantes um ambiente em harmonia com a natureza e a paz, mas para quem busca ação e aventura, em Búzios você vai encontrar as mais diversas atividades esportivas, que vão desde trilhas em moutain bike até saltos de pára-quedas ou asa delta em Tucuns.
A geografia de Búzios permite uma extensa variedade de esportes aquáticos, principalmente aqueles que dependem do vento ou das ondas do mar, surf, Wake-board, wind-surf, Kite-surf, mergulho e até uma pelada no fim de tarde em Geribá ou em qualquer outra praia que rolar de Búzios.
A exploração turística e a ocupação imobiliária do local tiveram início após a fama internacional dada a Búzios pela atriz francesa Brigitte Bardot, que a freqüentava na década de 1960. Hoje, a cidade é tão visitada por turistas do mundo inteiro (principalmente argentinos) que alguns a chamam de a Saint-Tropez brasileira.
Búzios possuí um estilo arquitetônico próprio, onde todas as construções não podem ultrapassar 2 andares, graças a uma lei de 1979.
O conhecido estilo buziano de construção pode ser visto em várias casas de veraneio e mesmo no comércio em geral, rico em materiais rústicos e artesanais, principalmente baseado no uso de madeiras.
Búzios tem vários ateliers de artistas da própria região e de outros países. É uma cidade que abriga diversas culturas com um grande número de estrangeiros, que por adorarem o clima da cidade, acabaram fixando residência por lá. Na Rua das Pedras, uma pequena galeria chamada Galeria das Artes, reúne vários artistas e exposições permanentes. Telas a óleo, esculturas em bronze e vários tipos arte podem ser apreciados e comprados.
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Búzios é uma península que fica a 180Km ao Norte de Rio de Janeiro (Brasil). Tem a forma geográfica de uma mão aberta e possui 23 praias de todos os tipos. Não importa o vento: sempre tem uma praia especial para esse dia. Búzios é ideal para as ferias.
Oferece aos seus visitantes um ambiente em harmonia com a natureza e a paz, mas para quem busca ação e aventura, em Búzios você vai encontrar as mais diversas atividades esportivas, que vão desde trilhas em moutain bike até saltos de pára-quedas ou asa delta em Tucuns.
A geografia de Búzios permite uma extensa variedade de esportes aquáticos, principalmente aqueles que dependem do vento ou das ondas do mar, surf, Wake-board, wind-surf, Kite-surf, mergulho e até uma pelada no fim de tarde em Geribá ou em qualquer outra praia que rolar de Búzios.
A exploração turística e a ocupação imobiliária do local tiveram início após a fama internacional dada a Búzios pela atriz francesa Brigitte Bardot, que a freqüentava na década de 1960. Hoje, a cidade é tão visitada por turistas do mundo inteiro (principalmente argentinos) que alguns a chamam de a Saint-Tropez brasileira.
Búzios possuí um estilo arquitetônico próprio, onde todas as construções não podem ultrapassar 2 andares, graças a uma lei de 1979.
O conhecido estilo buziano de construção pode ser visto em várias casas de veraneio e mesmo no comércio em geral, rico em materiais rústicos e artesanais, principalmente baseado no uso de madeiras.
Búzios tem vários ateliers de artistas da própria região e de outros países. É uma cidade que abriga diversas culturas com um grande número de estrangeiros, que por adorarem o clima da cidade, acabaram fixando residência por lá. Na Rua das Pedras, uma pequena galeria chamada Galeria das Artes, reúne vários artistas e exposições permanentes. Telas a óleo, esculturas em bronze e vários tipos arte podem ser apreciados e comprados.
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setembro 18, 2007
Viagem: Arraial DAjuda | Bahia - Brasil
Viagem: Arraial D'Ajuda | Bahia - Brasil
Arraial D'Ajuda. Paulistas, israelenses, cariocas, holandeses... no sobe-e-desce da Rua do Mucugê, seja na volta da praia ou no passeio noturno, a mistura de povos e origens dá o tom ao Arraial D'Ajuda.
Com tanta gente diferente - visitando ou ficando de vez - a vila reuniu com charme as influências dos quatro cantos do mundo. Tem loja indiana, bar baiano, restaurante tailandês... tudo, porém, respeitando natureza, as coloridas construções têm pouquíssimas paredes e as árvores fazem parte da decoração.
Separada de Porto Seguro pelas águas do rio Buranhém, Arraial foi, por muitos anos, acessível apenas através de travessias de balsa. Hoje, uma estrada de asfalto liga a vila ao restante do mundo. Apesar da facilidade, pouca coisa mudou por lá - e o que mudou foi para melhor: o charme que começava a ser perdido em fins dos anos 90 foi recuperado com as melhorias na rua do Mucugê, que ganhou calçamento e muitos bares, restaurantes e lojas de bom gosto.
O fuso-horário continua o mesmo: o comércio só funciona no final da tarde e a noite só esquenta depois da uma da manhã.
Os hippies dos anos 70 transformaram Arraial d'Ajuda num pólo turístico que atende a todos os gostos. Muitos dos jovens daquela época se estabeleceram na região e, obviamente, imprimiram uma cultura forte e diversificada ao local. A arte e a culinária são os expoentes dessa miscigenação.
Para o deleite do especial público feminino, muitas lojinhas, bazares e quiosques de artesanato mesclam a cultura - principalmente européia - com a riqueza das tradições indígenas, mantidas pelos índios pataxós.
A região tem uma tradição cultural expressada por um folclore que inclui danças, músicas, comidas, rezas, benzeduras, crenças e lendas. Um outro traço importante de Arraial é o artesanato que é feito com barro, coco, cerâmica, prata, pedras, palha, contas e conchas. O Beco das Cores é ponto de parada obrigatória para as compras.
À noite essa diversidade torna-se ainda mais forte. As charmosas ruelas de Arraial - como a Broadway - são palcos do desfile dos turistas. Um calçadão somente para os pedestres, com muitos bares e restaurantes, mesas espalhadas na rua e todo tipo de comida e sons. Os colares de sementes confeccionados pelos índios misturam-se aos adereços hippies e belas obras de arte em pedras, madeira e outros materiais de artistas emergentes.
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Arraial D'Ajuda. Paulistas, israelenses, cariocas, holandeses... no sobe-e-desce da Rua do Mucugê, seja na volta da praia ou no passeio noturno, a mistura de povos e origens dá o tom ao Arraial D'Ajuda.
Com tanta gente diferente - visitando ou ficando de vez - a vila reuniu com charme as influências dos quatro cantos do mundo. Tem loja indiana, bar baiano, restaurante tailandês... tudo, porém, respeitando natureza, as coloridas construções têm pouquíssimas paredes e as árvores fazem parte da decoração.
Separada de Porto Seguro pelas águas do rio Buranhém, Arraial foi, por muitos anos, acessível apenas através de travessias de balsa. Hoje, uma estrada de asfalto liga a vila ao restante do mundo. Apesar da facilidade, pouca coisa mudou por lá - e o que mudou foi para melhor: o charme que começava a ser perdido em fins dos anos 90 foi recuperado com as melhorias na rua do Mucugê, que ganhou calçamento e muitos bares, restaurantes e lojas de bom gosto.
O fuso-horário continua o mesmo: o comércio só funciona no final da tarde e a noite só esquenta depois da uma da manhã.
Os hippies dos anos 70 transformaram Arraial d'Ajuda num pólo turístico que atende a todos os gostos. Muitos dos jovens daquela época se estabeleceram na região e, obviamente, imprimiram uma cultura forte e diversificada ao local. A arte e a culinária são os expoentes dessa miscigenação.
Para o deleite do especial público feminino, muitas lojinhas, bazares e quiosques de artesanato mesclam a cultura - principalmente européia - com a riqueza das tradições indígenas, mantidas pelos índios pataxós.
A região tem uma tradição cultural expressada por um folclore que inclui danças, músicas, comidas, rezas, benzeduras, crenças e lendas. Um outro traço importante de Arraial é o artesanato que é feito com barro, coco, cerâmica, prata, pedras, palha, contas e conchas. O Beco das Cores é ponto de parada obrigatória para as compras.
À noite essa diversidade torna-se ainda mais forte. As charmosas ruelas de Arraial - como a Broadway - são palcos do desfile dos turistas. Um calçadão somente para os pedestres, com muitos bares e restaurantes, mesas espalhadas na rua e todo tipo de comida e sons. Os colares de sementes confeccionados pelos índios misturam-se aos adereços hippies e belas obras de arte em pedras, madeira e outros materiais de artistas emergentes.
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Viagem: Angra dos Reis | Rio de Janeiro - Brasil
Viagem: Angra dos Reis | Rio de Janeiro - Brasil
Angra dos Reis, no litoral do estado do Rio de Janeiro, tem uma baía ideal para passeios de barco, escuna, iate ou lancha, e tem inúmeros pontos com boas condições para a pesca e o mergulho.
Sofisticação, embarcações, séculos de histórias, centenas de ilhas e Mata Atlântica por todos os lados debruçando em um imenso mar azul.
Angra é uma das mais antigas cidades do Brasil. As terras do município foram descobertas oficialmente pelo navegador Gonçalo Coelho, mas muito tempo antes, a tribo dos Goianás já desfrutava de suas intocáveis belezas.
Angra dos Reis é mar de um profundo azul, ilhas, montanhas, rios, florestas e emoções, inexplicáveis, onde a natureza apresenta um dos mais belos espetáculos da terra. Angra tem segredos guardados nas 365 ilhas que partilham o oceano e tem muito mais, tem a Ilha Grande com verde selvagem, praias e mais praias.
A Ilha Grande é a atração mais notável de Angra. Seu relevo montanhoso e suas florestas contrastam com a riqueza da costa, onde predominam pontas e enseadas. Dos morros descem rios, que formam cachoeiras e lagoas, vizinhas de uma centena de praias e enseadas. Seus 193 km2 podem ser percorridos por trilhas, que dão acesso a praias semi-selvagens, como a do Canto, Abraãozinho, Morcego e Grande das Palmas. As praias mais freqüentadas da ilha são a do Abraão, Vermelha, Araçatiba, Longa, Aventureiro e Lopes Mendes, as duas últimas ideais para a prática de surfe.
Angra dos Reis teve um importante papel no cenário histórico-cultural do Brasil, por abrigar uma prisão durante quase 60 anos.
No passado, Angra dos Reis foi um dos portos mais importantes do litoral fluminense. Ali, aportavam navios carregados de mercadorias, vindos do outro lado do mundo. Também chegavam navios negreiros, com centenas de escravos para suprir a mão de obra nas lavouras de café da região.
Hoje, além de ser um ponto de referência do turismo nacional e internacional, Angra é palco de calorosas discussões devido à instalação das únicas usinas nucleares brasileiras, Angra I e Angra II.
Angra dos Reis possui diversas Igrejas e casarões protegidos pelo patrimônio cultural, cujas construções datam do século XVIII. Um passeio que remonta ao passado da Ilha e ensina um pouco da história vivida ali pelos seus primeiros habitantes.
:: Edifício do Paço Municipal
Abandonado na década de 1920, o Paço chegou a ruir. Mas foi restaurado em 1930 e abriga até hoje a sede do governo municipal.
:: Chafariz da Chácara da Carioca
Construído em 1842, o Chafariz da Chácara Carioca ainda funciona e tem cinco bicas. Diz a lenda que as pessoas que bebem água da bica do meio não conseguem deixar Angra do Reis.
:: Antiga Casa da Câmara e Cadeia
Construção da primeira década de século XVIII, hoje é a sede da Câmara Municipal.
:: Mansão do Morcego
Construção que pertenceu ao pirata Juan de Lorenzo. Ela e o antigo aqueduto datam do século XIX. Fica na Ilha Grande.
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Angra dos Reis, no litoral do estado do Rio de Janeiro, tem uma baía ideal para passeios de barco, escuna, iate ou lancha, e tem inúmeros pontos com boas condições para a pesca e o mergulho.
Sofisticação, embarcações, séculos de histórias, centenas de ilhas e Mata Atlântica por todos os lados debruçando em um imenso mar azul.
Angra é uma das mais antigas cidades do Brasil. As terras do município foram descobertas oficialmente pelo navegador Gonçalo Coelho, mas muito tempo antes, a tribo dos Goianás já desfrutava de suas intocáveis belezas.
Angra dos Reis é mar de um profundo azul, ilhas, montanhas, rios, florestas e emoções, inexplicáveis, onde a natureza apresenta um dos mais belos espetáculos da terra. Angra tem segredos guardados nas 365 ilhas que partilham o oceano e tem muito mais, tem a Ilha Grande com verde selvagem, praias e mais praias.
A Ilha Grande é a atração mais notável de Angra. Seu relevo montanhoso e suas florestas contrastam com a riqueza da costa, onde predominam pontas e enseadas. Dos morros descem rios, que formam cachoeiras e lagoas, vizinhas de uma centena de praias e enseadas. Seus 193 km2 podem ser percorridos por trilhas, que dão acesso a praias semi-selvagens, como a do Canto, Abraãozinho, Morcego e Grande das Palmas. As praias mais freqüentadas da ilha são a do Abraão, Vermelha, Araçatiba, Longa, Aventureiro e Lopes Mendes, as duas últimas ideais para a prática de surfe.
Angra dos Reis teve um importante papel no cenário histórico-cultural do Brasil, por abrigar uma prisão durante quase 60 anos.
No passado, Angra dos Reis foi um dos portos mais importantes do litoral fluminense. Ali, aportavam navios carregados de mercadorias, vindos do outro lado do mundo. Também chegavam navios negreiros, com centenas de escravos para suprir a mão de obra nas lavouras de café da região.
Hoje, além de ser um ponto de referência do turismo nacional e internacional, Angra é palco de calorosas discussões devido à instalação das únicas usinas nucleares brasileiras, Angra I e Angra II.
Angra dos Reis possui diversas Igrejas e casarões protegidos pelo patrimônio cultural, cujas construções datam do século XVIII. Um passeio que remonta ao passado da Ilha e ensina um pouco da história vivida ali pelos seus primeiros habitantes.
:: Edifício do Paço Municipal
Abandonado na década de 1920, o Paço chegou a ruir. Mas foi restaurado em 1930 e abriga até hoje a sede do governo municipal.
:: Chafariz da Chácara da Carioca
Construído em 1842, o Chafariz da Chácara Carioca ainda funciona e tem cinco bicas. Diz a lenda que as pessoas que bebem água da bica do meio não conseguem deixar Angra do Reis.
:: Antiga Casa da Câmara e Cadeia
Construção da primeira década de século XVIII, hoje é a sede da Câmara Municipal.
:: Mansão do Morcego
Construção que pertenceu ao pirata Juan de Lorenzo. Ela e o antigo aqueduto datam do século XIX. Fica na Ilha Grande.
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